Rádio Líder Online de Acopiara

Vizinho acusa deputado Cavalcante de disparar revólver contra ele

Em entrevista às rádios locais de Morada Nova, deputado nega disparos e acusa história de ser "invenção da oposição"



QUARTA-FEIRA, 16 DE ABRIL
(PÉSSIMO EXEMPLO)
O deputado estadual Delegado Cavalcante (PDT)teria disparado aleatoriamente uma arma de fogo contra um vizinho em Morada Nova, na região do Jaguaribe. A informação consta em Boletim de Ocorrência registrado no último sábado, 12, na delegacia da Polícia Civil no Município. Segundo o B.O., um popular se dirigia à sua casa, quando foi surpreendido pordois disparos efetuados pelo parlamentar, que estaria alcoolizado.
Em entrevista ao O POVO, a vítima – que mora em frente ao deputado – disse desconhecer razão dos disparos, afirmando que nunca teve qualquer desavença com o parlamentar. Ele afirma que Cavalcante estava sentado em cima do muro de sua residência no momento dos disparos. A Polícia Civil confirmou registro do B.O. com a história narrada pela vítima.
“Eu tinha deixado o carro na vaga, e quando estava saindo, escutei um estampido. Quando olhei para trás, vi um revólver apontado. Ele ainda deu outro disparo, e eu corri e chamei o Ronda”, diz. Segundo o popular, os policiais teriam constatado embriaguez no parlamentar. Cavalcante, por sua vez, se recusou a falar com a Polícia, ressaltando, aos gritos, que é deputado. 
O POVO tentou entrar em contato com Delegado Cavalcante através de seu celular, mas não obteve resposta. A reportagem também deixou recados no gabinete do deputado na Assembleia Legislativa, mas ainda não recebeu retorno. Às rádios locais de Morada Nova, no entanto, Cavalcante tem dado entrevistas negando o ocorrido, afirmando se tratar de “invenção da oposição”.
Redação O POVO Online


Pedidos de CPMI da Petrobras são lidos em sessão do Congresso

QUARTA-FEIRA 16 DE ABRIL
O Congresso Nacional se reuniu nessa terça-feira (15), em sessão conjunta da Câmara e do Senado, para a leitura dos requerimentos de instalação de comissões parlamentares mistas de inquérito. Em seguida, foram apresentadas questões de ordem sobre o mesmo assunto que serão respondidas pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), posteriormente.
Entre outras coisas, o requerimento oposicionista pede que a Petrobras seja investigada no que se refere à compra da refinaria de Passadena, nos Estados Unidos, e a contratos para a construção de plataformas de petróleo.
Já os governistas apresentaram requerimento semelhante ao da oposição, mas que também pede a investigação de obras de governos estaduais que tenham utilizado recursos federais, como a construção dos metrôs de São Paulo e do Distrito Federal, onde também há suspeitas de irregularidades.
Os líderes da base do governo alegaram que a oposição quer fazer uma investigação inconstitucional. Para o vice-líder do PT, deputado Afonso Florence (BA), o requerimento oposicionista apresenta fatos desconexos que, “apontados em conjunto, demonstram que o objetivo é fazer uma investigação generalizada e afrontam o devido processo legal e o contraditório”.
Na sessão do Congresso, o presidente Renan Calheiros adotou o mesmo procedimento que já tinha sido usado no Senado, onde também foram apresentados dois requerimentos distintos de criação de CPI da Petrobras. Renan recebeu as questões de ordem e disse que a Mesa Diretora responderá posteriormente a elas.
Oposicionistas e governistas recorreram ao Supremo Tribunal Federal pedindo que a Corte decida qual CPI deverá prosperar.
(Agência Brasil)

Há 125 anos nascia Chaplin

Homem é executado dentro do IJF

Um homem que estava internado no setor de emergência do Instituto José Frota (IJF) foi morto após ser baleado na cabeça na noite dessa terça-feira (15). O Policiamento Ostensivo Geral (Pog) prendeu o suspeito e o encaminhou para o 34° Distrito Policial para realizar o flagrante.
A Polícia Militar informou que o acusado, Filipe Alexandre Aranha Araújo, 19, se entregou após cometer o homicídio. Segundo Filipe, o motivo do crime teria sido vingança, já que a vítima, Lucivando Silva de Lima, 34, teria matado o padrasto dele.
Lucivando, que respondia por homicídio, porte ilegal de arma e tráfico de drogas, chegou a ser transferido para a sala de ressuscitação do IJF, mas não resistiu aos ferimentos.
(O POVO Online)

Juazeiro do Norte-CE: Gari é morto a tiros enquanto trabalhava perto da Matriz

Clébio Júnior Ferreira de Oliveira, de 24 anos, o “Magão”, foi surpreendido com a aproximação de dois homens em uma moto. (Foto: Monalysa Sampaio/Agência Miséria)
Um gari foi assassinado por volta das 16 horas desta terça-feira na Rua São Pedro, imediações da Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores em Juazeiro do Norte. Clébio Júnior Ferreira de Oliveira, de 24 anos, o “Magão”, era funcionário da PROEX (Projetos e Execução de Limpeza Urbana, Conservação e Urbanização Ltda), que presta serviços ao município. Ele estava em plena atividade quando foi surpreendido com a aproximação de dois homens em uma moto Honda Bros de cor preta.
Um deles sacou o revólver e efetuou os disparos quando a vítima tombou entre um banco e o cortador de grama com o qual trabalhava, sendo socorrida por populares para a Clínica São José, onde morreu. Magão residia no Sítio Carás do Umari na zona rural de Juazeiro e respondia por um crime de porte ilegal de arma de fogo. O corpo do mesmo foi recolhido pelo rabecão a fim de ser necropsiado no IML (Instituto Médico Legal) e se constituiu no sétimo homicídio do mês de abril e o 48º do ano em Juazeiro do Norte.
No último dia 14 de junho outro funcionário da PROEX foi morto enquanto trabalhava na capinação na Rua Raimundo Sobrinho perto do cruzamento com a Rua Mariano Cassiano (Frei Damião). Igualmente jovem, Jozimar Barbosa Rodrigues, o Dodinha, tinha 27 anos e residia na Rua Antonio Lira da Cruz (João Cabral). O autor dos disparos se aproximou do mesmo a pé com quem teve uma rápida conversa e, depois, os três tiros no abdômen e na cabeça.

Jornalista dinamarquês desiste de cobrir a Copa e deixa o Brasil

Mikkel Jensen deixou o Brasil ao descobrir "limpeza" feita para agradar pessoas como ele - um gringo | (Foto: Reprodução/Facebook)
O jornalista dinamarquês Mikkel Jensen tinha o sonho de cobrir a Copa do Mundo no Brasil, mas não o cumprirá. Segundo ele, que esteve no país desde setembro do ano passado, as mudanças praticadas no país são feitas unicamente para impressionar pessoas como ele e a imprensa internacional. "Eu sou um cara usado para impressionar", justificou, em artigo publicado em seu perfil do Facebook (e que pode ser lido abaixo).
O sonho de Jensen de assistir "o melhor esporte do mundo em um país maravilhoso" terminou a apenas dois meses do pontapé inicial. Em visita a Fortaleza, "a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje", o dinamarquês esteve em contato com algumas crianças de rua. Uma delas lhe ofereceu um pacote de amendoins, e o impressionou.
"Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$ 10.000 e um Master Card no bolso. Inacreditável", relatou Jensen.
O jornalista optou por deixar o país quando se deu conta de que muitas crianças em situação de rua estão desaparecendo para dar aos turistas uma imagem mais "limpa" das cidades-sede. "Eu não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da história em reais – também é um preço que eu estou convencido incluindo vidas das crianças", escreveu.
"Hoje, vou voltar para Dinamarca e não voltarei para o Brasil. Minha presença só está contribuindo para um desagradável show do Brasil. Um show, que eu dois anos e meio atrás estava sonhando em participar, mas hoje eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para criticar e focar no preço real da Copa do Mundo do Brasil", concluiu Jensen, que já está de volta à Dinamarca.
Leia o artigo na íntegra:
Quase dois anos e meio atrás eu estava sonhando em cobrir a Copa do Mundo no Brasil. O melhor esporte do mundo em um país maravilhoso. Eu fiz um plano e fui estudar no Brasil, aprendi Português e estava preparado para voltar.
Voltei em setembro de 2013. O sonho seria cumprido. Mas hoje, dois meses antes da festa da Copa eu decidi que não vou continuar aqui. O sonho se transformou em um pesadelo.
Durante cinco meses fiquei documentando as consequências da Copa. Existem várias: remoções, forças armadas e PMs nas comunidades, corrupção, projetos sociais fechando. Eu descobri que todos os projetos e mudanças são por causa de pessoas como eu – um gringo e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.
Em Março, eu estive em Fortaleza para conhecer a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje. Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo a noite em área com muitos turistas. Por que? Para deixar a cidade limpa para os gringo e a imprensa internacional? Por causa de mim?
Em Fortaleza eu encontrei com Allison, 13 anos, que vive nas ruas da cidade. Um cara com uma vida muito difícil. Ele não tinha nada – só um pacote de amendoins. Quando nos encontramos ele me ofereceu tudo o que tinha, ou seja, os amendoins. Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$10.000 e uma Master Card no bolso. Inacreditável.
Mas a vida dele está em perigo por causa de pessoas como eu. Ele corre o risco de se tornar a próxima vítima da limpeza que acontece na cidade de Fortaleza.
Eu não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da historia em reais e centavos – também é um preço que eu estou convencido incluindo vidas das crianças.
Hoje, vou voltar para Dinamarca e não voltarei para o Brasil. Minha presença só está contribuindo para um desagradável show do Brasil. Um show, que eu dois anos e meio atrás estava sonhando em participar, mas hoje eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para criticar e focar no preço real da Copa do Mundo do Brasil.
Alguns quer dois ingressos para França – Equador no dia 25 de Junho?
Mikkel Jensen - jornalista independente do Dinamarca e correspondente em Rio de Janeiro
Fonte: Placar

PF prende 31 durante ação contra tráfico internacional em 5 estados

QUARTA-FEIRA 16 DE ABRIL
Pelo menos 31 pessoas, sendo a maioria empresários e comerciantes, foram presos suspeitos de integrar quadrilhas de tráfico internacional de drogas em cinco estados do país, segundo informou a Polícia Federal de Araraquara (SP) em uma coletiva de imprensa na noite de ontem. As prisões aconteceram durante a Operação ´Escorpião´, que teve a participação de 200 policiais e cumpriu mandados em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. O balanço completo das prisões e apreensões ainda não foi divulgado, porque a PF ainda aguarda contato com os policiais de dois estados.
Ao todo, 17 prisões ocorreram em três cidades do interior de São Paulo, sendo sete em Araraquara, oito em Ribeirão Preto, e duas em Jaboticabal. Todos são suspeitos de integrar duas quadrilhas de tráfico internacional de maconha e cocaína. As outras 14 prisões ocorreram em outros estados, mas a PF não precisou quais são e as cidades. A PF também apreendeu dinheiro, armas, munições e veículos, mas os números ainda não foram contabilizados.
Segundo o delegado da PF de Araraquara, Alexandre Custódio Neto, a operação teve o objetivo de cumprir 43 mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão nos estados. A ação foi deflagrada em cumprimento à decisão da 2ª Vara Federal de Araraquara (SP), que também determinou o bloqueio de diversas contas bancárias.
No interior de São Paulo, os suspeitos presos eram em sua maioria empresários e comerciantes. Seis pessoas, sendo cinco em Araraquara e uma em Ribeirão, já estavam presas. "Em Araraquara tinham empresários do ramo de hortifrutigranjeiro, pizzaria, arendamento de caminhão de câmara fria. Em Ribeirão, vários trabalhavam com comércio. Já em Jaboticabal eles eram do ramo de venda veículos, que acabavam sendo usados no transporte de drogas", explicou o delegado da PF de Araraquara, Alexandre Custódio Neto.
Investigações
O nome da operação ´Escorpião´ tem relação com um tipo de cocaína negociada pelas duas quadrilhas. "É uma pasta base, uma cocaína de melhor qualidade e mais cara. Ele era adquirida com traficantes do Mato Grosso, que traziam da Bolívia e do Paraguai", afirmou.
A investigação começou em fevereiro de 2013, depois que a PF flagrou um laboratório de drogas em Altinópolis e, em março, prendeu um traficante de drogas em Cascavel (PR). O trabalho já resultou na prisão de 26 pessoas e apreensão de 380 quilos de cocaína, 130 quilos de maconha, 500 pontos de LSD, quatro armas de fogo, 28 veículos e R$ 100 mil. À época, os entorpecentes apreendidas chegaram ao país pelas regiões de fronteira de Foz do Iguaçu (PR), Ponta Porã (MS), Corumbá (MS) e Cáceres (MT)

Os integrantes das organizações criminosas investigadas atuavam na região de Araraquara e Ribeirão Preto, onde comercializavam drogas trazidas da Bolívia e Paraguai em carros e caminhões. O material era adquirido por traficantes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, parte da carga, também se destinava ao estado de Minas Gerais, de acordo com a PF. "Durante o trabalho, foi possível identificar alguns fornecedores que atuam na região de fronteira. Grande parte da maconha e da cocaína ficava aqui na região e uma parte ia para Belo Horizonte e para a região de Itaúna", afirmou o delegado.
A droga que chegava à região também era distribuída em São Carlos, Jaú, Bauru, Monte Alto e Olímpia. "Ocorreram várias apreensões consideráveis de cocaína, maconha, produtos químicos utilizados no preparo de drogas, além de armas de fogo", relatou Custódio Neto.
Outras prisões
Segundo o delegado, os outros suspeitos de tráfico de Araraquara e Ribeirão que já haviam sido detidos em outras ações são os principais líderes das organizações criminosas. "No decorrer das investigações, alguns alvos foram presos e agora recebem novos mandados de prisão porque estavam vinculados a ocorrências anteriores", explicou.
A PF informou que alguns suspeitos brasileiros estão em cidades do Paraguai e, por isso, as prisões dependem da polícia do país. A polícia ainda aguarda os resultados dos mandados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Segundo o delegado, o contato com os policiais ainda não foi possível pois são áreas rurais.
Os investigados responderão na medida de suas participações pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e por integrarem organização criminosa.
Fonte: G1 

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